sexta-feira, 5 de março de 2010

Rosi... Rosi-Mayre.



Um rio selvagem por onde flui
águas calmas e cristalinas.
Passos serpenteados, por vales
feitos de rochas.
Um sentimento único para sentir.

Chuva libertina a molhar tua face
titânica para dançar.
Lançava-se como um espírito,
para uma aventura sem fim.

Dançava sorridente, impetuosa,
uma doce mulher imperiosa.
Rosi, Rosi... Mayre.
Mayre, contempla seu olhar
com os raios de sol rasgando a escuridão.

─ “De todas as suas experiências, o sol lhe dava forças renovadas.
E sempre que o sol se escondia, seus passos contemplavam o luar.” (Jefferson)



Gente, esse poema recebi de um amigo querido, um poeta extremamente sensível como todos os poetas, claro! rs
Obrigada Jef, pela linda homenagem!

Um comentário:

  1. uma doce mulher imperiosa.
    Rosi, Rosi... Mayre.
    Mayre, contempla seu olhar
    com os raios de sol rasgando a escuridão"

    Ahhh perfeito, que poerma lindo . Ainda mais nessa estrofe

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